sexta-feira, 28 de junho de 2019

CHAPA 2, LIDERADA POR PAGÊ, VENCE ELEIÇÃO NA ABI

Em votação realizada nesta quinta-feira (27), a Chapa 2 - 'ABI: Luta pela Democracia' conquistou 56,6% dos 390 votos e vai comandar a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) até 2022.

Ao lado dos escrutinadores e secretários da mesa, o presidente da AGO, Fichel Davit anunciou  o resultado.
Ex-vice-presidente da entidade até dia 13 de maio, o jornalista Paulo Jerônimo de Sousa, o Pagê, de 81 anos, venceu com 221 votos Domingos Meirelles, 79, que dirigia a entidade desde 2013. Pela Chapa 1 - "ABI Para Todos", Meirelles teve 97 votos. O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, Washington Machado, que disputava a presidência pela chapa 3 - "Barbosa Lima Sobrinho", recebeu 68 votos e ficou em terceiro lugar.

Observadores da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Clube de Engenharia participaram do pleito
A eleição na ABI foi marcada por disputas judiciais que começaram ainda antes de iniciado o processo eleitoral, em fevereiro deste ano.

Uma nova eleição chegou a ser realizada no dia 16 de maio, levando 256 associados às urnas na sede da entidade ou pela internet. No entanto, os votos foram acautelados após uma decisão judicial.


Após ser eleito presidente, Pagê (foto acima) anunciou que buscará parcerias com outras entidades da sociedade civil de forma a criar uma trincheira em defesa do estado democrático de direito e, especialmente, da liberdade de imprensa.

Informações: O Globo e ABI / Fotos: Google

terça-feira, 25 de junho de 2019

ELEIÇÕES ABI: PARA TIRAR A PELEGADA NESTA QUINTA (27), VOTE NA BARBOSA LIMA SOBRINHO - CHAPA 3, OPOSIÇÃO AUTÊNTICA!


Nesta quinta-feira (27), na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), três grupos disputam a eleição para o próximo triênio (2019/2022). Pela oposição autêntica a Chapa “BARBOSA LIMA SOBRINHO” encabeçada por Washington Machado - Presidente do Sindicato dos Jornalistas do Município do RJ. A Chapa “ABI Para Todos” busca a reeleição de Domingos Meirelles, e a  Chapa “ABI: Luta Pela Democracia” tem como presidente Paulo Jeronimo Sousa, o Pagê, que ocupa a vice-presidência da entidade.

O ex-presidente da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da ABI, Diretor e Editor da Tribuna da Imprensa Sindical, Daniel Mazola concorre ao cargo de Diretor Econômico-financeiro para o triênio 2019-2022 na Chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO. "Nossa missão é tirar a ABI do desalinho político e melhor preservar o patrimônio, a estabilidade administrativa e a segurança financeira da Instituição. Vamos renovar o quadro associativo da centenária entidade. Defendemos que o papel da Associação Brasileira de Imprensa, na qualidade de fórum da sociedade civil, é promover e articular movimentos em defesa do patrimônio e da soberania nacionais (Artigo 2º do Estatuto). Além de assegurar e ampliar as conquistas sociais do povo brasileiro, (...) tendo por finalidade maior a defesa da ética, dos direitos humanos e da liberdade de informação e expressão. (Art. 1º do Estatuto da ABI)", destacou.

Segue o Plano Estrutural da Chapa “BARBOSA LIMA SOBRINHO”.

Relação com Veículos e Profissionais:
1) Respostas pontuais;
2) Encontros mensais com diretores de veículos;
3) Café da manhã mensal com jornalistas, com presença de diretores;
4) Entrevista coletiva quinzenal de cada diretor;
5) Apresentação semestral da ABI para veículos fora dos grandes eixos
6) Minuto ABI – Voz do Brasil.;
7) Convênios com entidades estrangeiras.

Mídia Social:
1) Reforço de imagem no Facebook com linguagem acessível;
2) Vídeos semanais com diretores sobre ações da ABI e imprensa em geral;
3) Mensagens diárias no Twitter;
4) Canal do Jornalista (Youtube) – Tv WEB
5) Rádio WEB ABI;
6) Campanha Aqui Tem ABI em todas as redações do país;

Educação:
1) Criação de Olimpíadas de Redação;
2) ABI na Escola – Universidades, Ensino Médio – Técnico e Ensino Básico;
3) Convênios com Secretarias de Educação;
4) Realização de cursos, simpósios, seminários e congressos.

Diversificação:
1) Novos entrantes;
2) Convênios com sindicatos estaduais e municipais;
3) Criação setor de Cultura Criativa para abrigar as mais diversas plataformas e formas de Comunicação.

Participe das eleições, vote na oposição autêntica, chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO, precisamos realinhar nossa centenária ferramenta de lutas pela soberania do Brasil!

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Veja também:
Eleições ABI: Três chapas disputam o pleito dia 27

sexta-feira, 14 de junho de 2019

CHAPA BARBOSA LIMA SOBRINHO APRESENTA PLANO ESTRUTURAL PARA SALVAR A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA



Foi homologado nesta quarta-feira (12) na sede da Associação Brasileira de Imprensa a nova Chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO. Três grupos disputam a eleição marcada para o próximo dia 27 de junho. Pela oposição autêntica a Chapa “BARBOSA LIMA SOBRINHO” encabeçada por Washington Machado - Presidente do Sindicato dos Jornalistas do Município do RJ. A Chapa “ABI Para Todos” busca a reeleição de Domingos Meirelles, e a  Chapa “ABI: Luta Pela Democracia” tem como presidente Paulo Jeronimo Sousa, o Pagê, que ocupa a vice-presidência da entidade.

O ex-presidente da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da ABI, Diretor e Editor da Tribuna da Imprensa Sindical, Daniel Mazolaconcorre ao cargo de Diretor Econômico-financeiro para o triênio 2019-2022 na Chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO. "Nossa missão é tirar a ABI do desalinho político e melhor preservar o patrimônio, a estabilidade administrativa e a segurança financeira da Instituição. Vamos renovar o quadro associativo da centenária entidade. Defendemos que o papel da Associação Brasileira de Imprensa, na qualidade de fórum da sociedade civil, é promover e articular movimentos em defesa do patrimônio e da soberania nacionais (Artigo 2º do Estatuto). Além de assegurar e ampliar as conquistas sociais do povo brasileiro, (...) tendo por finalidade maior a defesa da ética, dos direitos humanos e da liberdade de informação e expressão. (Art. 1º do Estatuto da ABI)", destacou.

Segue abaixo o Plano Estrutural e o documento da homologação assinado nesta quarta-feira por todos os membros da Comissão Eleitoral 2019:


Plano Estrutural da Chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO (ABI)

Relação com Veículos e Profissionais:
1) Respostas pontuais;
2) Encontros mensais com diretores de veículos;
3) Café da manhã mensal com jornalistas, com presença de diretores;
4) Entrevista coletiva quinzenal de cada diretor;
5) Apresentação semestral da ABI para veículos fora dos grandes eixos
6) Minuto ABI – Voz do Brasil.;
7) Convênios com entidades estrangeiras.

Mídia Social:
1) Reforço de imagem no Facebook com linguagem acessível;
2) Vídeos semanais com diretores sobre ações da ABI e imprensa em geral;
3) Mensagens diárias no Twitter;
4) Canal do Jornalista (Youtube) – Tv WEB
5) Rádio WEB ABI;
6) Campanha Aqui Tem ABI em todas as redações do país;

Educação:
1) Criação de Olimpíadas de Redação;
2) ABI na Escola – Universidades, Ensino Médio – Técnico e Ensino Básico;
3) Convênios com Secretarias de Educação;
4) Realização de cursos, simpósios, seminários e congressos.

Diversificação:
1) Novos entrantes;
2) Convênios com sindicatos estaduais e municipais;
3) Criação setor de Cultura Criativa para abrigar as mais diversas plataformas e formas de Comunicação.

Dia 27, quinta-feira, participe das eleições, vote na oposição autêntica, chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO, precisamos realinhar nossa centenária ferramenta das lutas pela soberania do Brasil!

terça-feira, 30 de abril de 2019

PROPOSTAS DO MOVIMENTO ABI AUTÊNTICA

MOVIMENTO ABI AUTÊNTICA -



O Movimento ABI Autêntica é a única trincheira de luta e resistência existente no âmbito da Associação Brasileira de Imprensa - ABI.

FUNDADO NA GESTÃO DO SAUDOSO PRESIDENTE MAURÍCIO AZÊDO, ELA NUNCA ABANDONOU A CAUSA IDEOLÓGICA E DE DEFESA DO SEU LEGADO HISTÓRICO E PATRIMONIAL.

SOMOS UM COLETIVO ONDE TODOS ESTÃO ALINHADOS DE FORMA QUE NÃO EXISTE UMA LIDERANÇA MANTER. A PRESIDÊNCIA É ROTATIVA E PERIODICAMENTE OCORRE REVEZAMENTO NO TOPO DE SUA ESTRUTURA.

POR ESSA RAZÃO ESTAMOS DANDO NOSSO APOIO A CHAPA BARBOSA LIMA SOBRINHO POR ESSA ESTAR ALINHADA AOS NOSSOS PRINCÍPIOS NA DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DIREITOS HUMANOS.

ESTAMOS AGUARDANDO A DEFINIÇÃO DA DATA DA ELEIÇÃO.

▶ SÃO ESSAS ENTRE OUTRAS AS PROPOSTAS QUE NOS MOTIVAM APOIA-LA:

1. Sanar suas contas e tira-la do vermelho;

2. Abrir as portas da instituição para os que lutam pela Democracia e o Estado de Direito;

3. Levar a ABI nas Universidades e busca da renovação do seu quadro associativo;

4. Restabelecer o trato cordial entre os seus membros;

5. Abrir suas portas para eventos, debates, palestras e seminários.

Mandem sugestões para os seguintes e-mails:
daniel.mazola@hotmail.com

sexta-feira, 26 de abril de 2019

A ABI NÃO TEM DONO! (JOSÉ LOUZEIRO)



As manobras promovidas pelo Sr. Domingos Meirelles, visando se manter no cargo de presidente como se fosse dono da Associação Brasileira de Imprensa, foram interrompidas por decisão do Juiz de Direito Dr. Rossidelio Lopes da Fonte da 36ª Vara Cível (24), fruto da ação movida pelo autor desse artigo, representado pelos advogados André de Paula e Bárbara dos Santos de Paula, após as eleições de 2016, quando a Chapa Villa-Lobos encabeçada pelos jornalistas e escritores José Louzeiro e Mário Augusto Jakobskind foi vetada do pleito (2016-2019) e o livro de atas assinado por todos os coordenadores das chapas inscritas e pelo então presidente da Comissão Eleitoral, Carlos Newton, foi extraviado da entidade.

Na decisão do pedido de tutela CAUTELAR, o Juiz de Direito, Rossidelio Lopes da Fonte reforça o fato da decisão ser embasada “(...) de pedido cautelar em ação declaratória cujo objetivo é anulação da eleição da entidade ocorrida no ano de 2016 em razão da ocorrência de irregularidades semelhantes às supraditas, sendo certo que a ação cautelar proposta à época com o fim de impugnar o pleito se deu após a sua realização.

Da análise dos autos, verifica-se que há evidências de violação do regulamento eleitoral, na medida em que não foi observada a devida publicidade dos atos do Conselho Deliberativo da entidade, que regulamentaram a aplicação das normas concernentes ao processo eleitoral.

Destaque-se que qualquer deliberação do referido conselho, que implique no impedimento ou limitação de qualquer associado à participar no processo eleitoral, deve, por evidente, ser objeto de prévia e ampla divulgação, sob pena de infrigir-se os princípios da isonomia, transparência e publicidade, inerentes ao sufrágio. (...)

Verossimilhança há ainda na alegação de que foi negada a apresentação da listagem dos associados aos componentes das chapas, o que indubitavelmente, também compromete a lisura do processo eleitoral. (...)

ISTO POSTO, DEFIRO, parcialmente, a liminar para determinar a suspensão da eleição na ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA, devendo, no prazo de 5 (cinco) dias ser apresentada aos autores, bem como a qualquer associado que a requerer, toda e qualquer deliberação emanada de qualquer órgão da administração da entidade.”

A Chapa Villa-Lobos se mantém de pé em homenagem a luta pela liberdade de imprensa e pela cultura nacional. E que não deixemos de ouvir do maestro e jornalista, Villa-Lobos, a magistral música “Invocação em Defesa da Pátria”.

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AUDITÓRIO DA ABI FOI TRANSFORMADO EM RINHA DE GALO [VÍDEO]

ANDRÉ MOREAU -

O momento em que o oficial de justiça entregou o mandado de suspensão das eleições da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), exarado pelo Juiz de Direito Dr. Rossidelio Lopes da Fonte, da 36ª Vara Cível (25), ao Sr. Domingos Meirelles, marcou a história da Casa dos Jornalistas com cenas que poderiam servir de base para compor uma peça do gênero, teatro do absurdo.

Momento em que o oficial de Justiça entrega ofício de suspensão das eleições da Associação Brasileira de Imprensa.
O drama começou quando o oficial de justiça questionou o Sr. Domingos Meirelles, se ele era o presidenta da ABI. O Sr. Domingos Meirelles disse que não e tentou escorregar pela tangente, apontando alguém nos fundos da sala. No entanto, o Advogado e Jornalista André Costa de Paula, imediatamente o desmentiu: “Deixa disso Domingos! Assina logo a intimação”.

A anunciada queda do presidente que pretendia se manter na posição de “dono da ABI,” o Sr. Domingos Meirelles, foi registrado em audiovisual pelo Jornalista Daniel Mazola. O fato elevou mais ainda o grau de animosidade da Assembléia, principalmente entre os membros que só concorrem a cargos como se aposta em uma rinha de galos, visando conseguir uma “boquinha”.

Tentando manter a pose como se não soubesse do que tratava a intimação, o Sr. Domingos Meirelles procurou assinar o documento discretamente. Em seguida, após passar o lenço na testa suada, propôs dar continuidade à Assembléia como se o mandado não passasse de um pedaço de papel que pudesse ser usado no “toalete”.

Em outro canto do auditório Oscar Guanabarino, o Dr. André de Paula foi questionado por um confrade que viu a abordagem, sobre o motivo da decisão de suspender as eleições marcadas para amanhã, 26 de abril, como se as alterações que foram feitas no Estatuto e no Regulamento Eleitoral sem as devidas convocação e divulgação da Assembléia Geral Extraordinária - ao longo dos últimos três anos -, não passassem de pormenores, dispensáveis.

Fazendo uso de sua experiência na sustentação oral em julgamentos, o advogado de Paula procurou acalmar os ânimos. Lembrou de forma didática que se tratava de uma ação respaldada por jornalistas empenhados desde 2016 na luta contra as arbitrariedades que passaram a ser impostas no meio, a partir de 2013, após a morte do Jornalista e presidente da ABI, Maurício Azêdo.

Do outro lado do auditório, o clima esquentou. Mazola que dava seguimento a produção da sua peça audiovisual, foi surpreendido por um golpe desferido pelo, pasmem os leitores, o membro da Chapa 2 - ABI pela democracia, torcedor do América Futebol Clube, o Sr. Vitor Iório, que logo em seguida foi contido por André de Paula.

Para os colegas que se esqueceram como o Sr. Domingos Meirelles ocupou o cargo de “dono da ABI” visando se manter nele eternamente, vale lembrar que a Chapa Villa-Lobos havia sido inscrita juntamente com a Chapa Barbosa Lima Sobrinho e a da situação, em abril de 2016, em uma Assembléia muito diferente da rinha de galos descrita acima.

Naquele ano, até a última Assembléia, o presidente da Comissão Eleitoral, foi o Confrade Carlos Newton. Entretanto, no momento em que deveríamos receber a listagem dos associados visando promover a divulgação das propostas de cada chapa, o autor deste artigo foi informado pela Sra. Ana Costabile que não havia tinta na impressora. Surpreso, mas depois de algumas tentativas de diálogo, a Sra. Costabile se retirou da secretaria em direção a sala do presidente, sem falar nada. Quando voltou, sem parar de caminhar em direção a tesouraria, passando por nós sem nos olhar, disse de forma grosseira que a listagem não seria repassada a ninguém “(...) e ponto”.

A perplexidade de todos os jornalistas presentes, só foi quebrada pela decisão do então presidente da Comissão Eleitoral Carlos Newton que se sentindo desmoralizado diante dos Confrades, comunicou imediatamente, em alto e bom som, o seu afastamento do cargo que ocupava até aquela fatídica tarde de abril de 2016. A Ata daquela assembléia, manuscrita cuidadosamente pelo então presidente da Comissão Eleitoral, nunca mais foi encontrada e há quem diga que se transformou em peça arqueológica.

De lá para cá, de acordo com informações de outro Confrade, o Professor Ivan Cavalcante Proença, divulgadas após o seu afastamento da presidência do Conselho Deliberativo da ABI, as atas de todas as assembleias passaram a ser cuidadosamente tratadas, como se fossem roteiros de noticiários televisivos, ou seja, antes de serem assinadas pelos Conselheiros presentes, os documentos deveriam ser levados para a sala do presidente, aonde eram devidamente revisadas pelo Sr. Domingos Meirelles.

O fechamento da representação da ABI em São Paulo.

Cumpre ressaltar ainda que, imediatamente após ser “eleito” o Sr. Domingos Meirelles mandou suspender o envio de boletos bancários, para os associados que faziam oposição a ele. A ABI sofreu, dessa forma, o maior esvaziamento de todos os tempos da sua longa história de espaço plural, no qual todos tinham vez e voz. Dessa forma o clima de crise foi criado, como se faz na preparação dos noticiários de televisão, levando a justificar o fechamento da representação da ABI, em São Paulo.

Às vésperas dessas eleições de 2019 que deveriam ocorrer no dia 26, se não fossem as arbitrariedades que permeiam o processo em diferentes órgãos da ABI, foi publicada nota no Jornal Gazeta Mercantil, informando que só poderia votar quem tivesse pago as últimas sete mensalidades. O fato atingiu todos os Jornalistas em dificuldade com trabalho nesses tempos de desemprego avassalador.

A última informação correu às 16 horas, antes do fechamento deste artigo, pelo grupo Whatsapp da Chapa Barbosa Lima Sobrinho. O Sr. Domingos Meirelles se recusava a cumprir a decisão judicial. Membros da diretoria da ABI estavam testando as urnas eletrônicas que custaram para os cofres vazios da Casa dos Jornalistas, um milhão e meio de Reais.

A Chapa Villa-Lobos se mantém de pé em homenagem a luta pela liberdade de imprensa e pela cultura nacional. E que não deixemos de ouvir do maestro e jornalista, Villa-Lobos, a magistral música “Invocação em Defesa da Pátria”.


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AO INVÉS DE SE DELICIAR AO SOM DE VILLA-LOBOS A ELITE COM MEDO DA SENZALA TRANSFORMA ABI EM RINHA [VÍDEO]

ANDRÉ MOREAU -


Inconformado com a possibilidade de ser afastado da posição de “dono da ABI” o Sr. Domingos Meirelles foi “aconselhado” a pedir a condenação do autor deste artigo, por “litigância de má fé,” alegando desconhecimento de um fato público e notório, como se o mesmo tivesse sido ocultado, para tanto, basta lembrar que o vice-presidente da Chapa Villa-Lobos, Jornalista e Escritor Mário Augusto Jakobskind que partiu antes do combinado, foi devidamente homenageado emcerimônia na Casa José Marti, presidida pelo então Deputado Estadual, Paulo Ramos (PDT-RJ).

Voltando ao primeiro ato da rinha de galos em que foi transformada a Assembléia da Associação Brasileira de Imprensa, cumpre lembrar que as primeiras linhas começaram a ser redigidas um dia antes daquela fatídica manhã de abril (25), data da aprovação das contas da ABI, sabe-se lá como.

O Sr. Domingos Meirelles, não por acaso, havia acabado de tecer elogios ao Sr. Fichel Davit, na abertura dos trabalhos no auditório Oscar Guanabarino, mas para não ficar feio com os associados, sem lembrar que sua primeira gestão como presidente da Associação Brasileira de Imprensa, foi entregue de bandeja pelo Sr. Fichel Davit, através de uma manobra que impediu o Jornalista, vice-presidente, Tarcísio Holanda de assumir a presidência, após a morte do Jornalista, então presidente da ABI, Maurício Azêdo, indicando o nível da gestão que vinha pela frente.

A preparação das cenas que seguraram os associados nas poltronas, começou a ser escrita quando o Sr. Vitor Iório adentrou o auditório, ladeado por dez associados que vieram em uma van, do Estado de São Paulo. A essa altura do espetáculo, o plenário já havia sido dividido entre os que consideravam que o endurecimento das asas do Sr. Domingos Meirelles, visando assumir a presidência da ABI foi um golpe e os que o seguiram fielmente durante esses anos, dando as costas de vez para os colegas que ficaram sem ter como pagar sete mensalidades, para votar.

O empenho dos jornalistas da “terra da garoa” foi fundamental para dar gás nas votações da Chapa 2 – ABI Pela Democracia que teve maioria para alçar o vice-presidente e candidato Paulo Jerônimo, à presidência dos trabalhos, no entanto, após a fala do Confrade, diretor do Jornal “O Fluminense” e Advogado, Ralph Lichote, que pela ordem, pediu a palavra, o conflito foi deflagrado.

Quando a mosca cai na sopa.

O Dr. Ralph lembrou de forma didática ao Sr. Domingos Meirelles que a decisão exarada pelo Juiz de Direito da 36ª Vara Cível, Dr. Rossidelio Lopes da Fonte (25), já havia dado ciência da suspensão das eleições. O que foi reforçado pela informação divulgada em primeira mão (24), pelo Jornalista e Editor da Tribuna da Imprensa Sindical, Daniel Mazola.

A ponderação do Dr. Ralph Lichote, de acatar a decisão exarada pela Justiça, “(...) já que todos os presentes, a Assembléia, sabem que não é necessário aguardar a presença do Oficial de Justiça, para suspender as eleições” caiu como uma pesada mosca varejeira na sopa do Sr. Domingos Meirelles, que sem saber como agir, na tentativa de conter a tensão, esfregou as mãos como se estivesse diante do aparelho de “teleprompter” aonde lê, o que deve narrar, nos programas policiais que passou a realizar na Rede Record, em São Paulo.

Os respingos da sopa, também causaram o descontrole do Sr. Vitor Iório (conforme registrado em audiovisual postado na Tribuna da Imprensa Sindical), que apesar de ser membro da Chapa 2 que tem no título, “ABI Pela Democracia” perdeu a esportiva e passou a se movimentar no auditório como se fosse um galo de briga, ameaçando agredir os confrades Roberto Pinho e Ralph Lichote da mesma forma que fez posteriormente, pasmem os leitores, ao impedir que Mazola desse prosseguimento ao seu trabalha jornalístico. A essa altura da peça, o Advogado André de Paula, já havia chegado a entidade, bem como o Oficial de Justiça.


*André Moreau, é Jornalista e Cineasta, Coordenador da Chapa Villa-Lobos – ABI – Associação Brasileira de Imprensa, jornalabi.blogspot.com arbitrariamente impedida de concorrer à direção nas eleições de 2016/2019.

sábado, 20 de abril de 2019

MOVIMENTO ABI AUTÊNTICA DECLARA SEU VOTO E APOIO A CHAPA BARBOSA LIMA SOBRINHO

Rumores dão conta de que o grupo dissidente arquiteta a venda do prédio sede histórico da ABI. Será verdade?


O Movimento ABI Autêntica têm sido ao longo de anos, um divisor entre os que arquitetaram o desmanche ideológico da ABI. Estamos presentes e atuantes na defesa de uma das mais conceituadas instituições do jornalismo universal.

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) é uma trincheira moral e de LUTA contra o fascismo, e aos que praticam xenofobismo, e discriminam os jornalistas que atuam na pequena e média imprensa.

Senhores soberbos, autoritários, que se julgam os “maiorais” do jornalismo, definham seus arroubos e vivem de um passado que já não move a máquina globalizada e que exige agilidade e comprometimento direto com os Movimentos Sociais. São vegetais.

INCRÍVEL ISSO! Apenas 4 associados estão inscritos até a faixa dos 30 anos.

Isso é aceitável? O que fizeram esses senhores? Tramam o fim da ABI?

A ABI não se aproximou e não trouxe para seus quadros milhares de novos jornalistas que atuam em veículos de mídia eletrônica que hoje reúne milhões de comunicadores.

Sabemos que existe entre os jornalistas mais experientes, (não fisiológicos) um conceito de que é preciso acolher nos quadros da ABI todos que de  forma direta atuam na comunicação de massa. É com eles que a chapa VENCERÁ A ELEIÇÃO.

É fácil atacar os pontos NEGATIVOS das administrações que agora se divide em DUAS CHAPAS, um grupo “falando mal do outro”.

Mentiras, “venda de ilusão”, não pode se perpetuar debruçada no patrimônio histórico e idealista de LUTA de Barbosa Lima Sobrinho.

As duas chapas que na verdade são compostas pelos personagens que atiraram a instituição no ABISMO, sem um projet0, uma Agenda e sequer um programa que possa convencer os 270 associados que formam hoje o quadro efetivo da ABI.

Em meio a disputa um grupo sedento e raivoso, praticou a autofagia. Tentaram destruir a chapa Barbosa Lima Sobrinho. NÃO CONSEGUIRAM.

Isso nos fortaleceu e mostrou que estamos no caminho certo. Somos o voto de PROTESTO.

VAMOS RENOVAR. PENSAR NA INSTITUIÇÃO E NÃO EM PROJETO PESSOAL e PARTIDARIZAÇÃO DA ENTIDADE.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

ABI: CHAPA BARBOSA LIMA SOBRINHO ESTÁ NOVAMENTE AUTORIZADA DE CONCORRER ÀS ELEIÇÕES NO PRÓXIMO DIA 26

ILUSKA LOPES -

A Comissão Eleitoral da Associação Brasileira de Imprensa havia cassado a chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO nesta segunda-feira (15), ontem quinta-feira (18) a Comissão recuou e assinou um novo termo de homologação. Após análise dos novos membros que substituíram os nomes que renunciaram, todos foram aprovados.

Carlos Augusto Martins de Aguiar, editor do jornal Diário Carioca foi aprovado pela Comissão Eleitoral como candidato da chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO a presidente da Associação Brasileira de Imprensa-ABI (Foto: TIS).
Sem estrelismos, apenas focada na proposta de tirar a Associação Brasileira de Imprensa do desalinho político e melhor preservar o patrimônio, a estabilidade administrativa e a segurança financeira da Instituição a chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO agora apresenta o experiente jornalista Carlos Augusto Martins de Aguiar, editor do jornal Diário Carioca como candidato a presidente da entidade para o triênio 2019-2022. Para o cargo de vice-presidente permanece o jornalista, advogado militante e dirigente do Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, Washington Luiz Pinto Machado.

O grupo propõe “assegurar e ampliar as conquistas sociais do povo brasileiro, (...) e tendo por finalidade maior a defesa da ética, dos direitos humanos e da liberdade de informação e expressão.” (Art. 1º do Estatuto da ABI). Também defende que as prestações de contas da entidade voltem a ser transparentes. "Temos que dar um BASTA na ‘inquisição’ que se transformou a Casa das Liberdades e dos Direitos Humanos", ressalta Helio Fernandes, decano do jornalismo brasileiro que por quase 50 anos foi dono e diretor do jornal Tribuna da Imprensa, candidato como membro do Conselho Consultivo.

A chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO defende os princípios estatutários da entidade. O papel da “(...) Associação Brasileira de Imprensa, na qualidade de fórum da sociedade civil, é promover e articular movimentos em defesa do patrimônio e da soberania nacionais” (Artigo 2º do Estatuto).

Segue o documento assinado nesta quinta-feira por todos os membros da Comissão Eleitoral, o editor desta Tribuna da Imprensa Sindical (ex-presidente da CDLIDH da ABI), Daniel Mazola representou a Chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO:


Não esqueça, dia 25, quinta-feira, das 14h às 16 horas, coordenadores da chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO estarão no Programa Painel Mundial (Rádio Mundial News) debatendo com os ouvintes e internautas o projeto de revitalização da ABI. Divulgue e participe da Live, precisamos realinhar nossa centenária ferramenta das lutas pela soberania do Brasil!

Links da Rádio Mundial News:

sexta-feira, 12 de abril de 2019

HÁ 6 ANOS ASSANGE AGRADECEU APOIO E HOMENAGEM DA ABI, AGORA IRÁ PARA O CÁRCERE NOS EUA [VÍDEO]

DANIEL MAZOLA -


O jornalista e ciberativista Julian Assange - homenageado em setembro de 2013 por iniciativa da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da Associação Brasileira de Imprensa com a entrega da Medalha de Direitos Humanos da ABI, por serviços prestados a humanidade, ao direito de cidadania e ao direito humano da informação, juntamente com outras 5 personalidades: Edward Snowden, Glenn Greenwald, Bradley Manning, Aaron Swartz e Mordechai Vanunu - foi alvo de um mandado de prisão pela polícia britânica ontem (11) e retirado à força da missão diplomática equatoriana.

O principal porta-voz do WikiLeaks estava há sete anos sob asilo na embaixada do Equador em Londres, e logo após sua prisão liberou o acesso a todos os documentos de seu arquivo. São milhares de dados secretos de diversos governos, incluindo o Brasil.
Assange logo após ser preso na embaixada do Equador em Londres (Reprodução)
O Ruptly uma das subsidiárias da RT, canal de comunicação estatal russo registrou com exclusividade a prisão do australiano, obtendo grandes lucros com as imagens que estão rodando o mundo. Policiais londrinos entraram na embaixada após o presidente equatoriano, Lenín Moreno, suspender o asilo que concedia a ele, agora Julian Assange será extraditado e entregue a autoridades estadunidenses, o "tio san" agradeceu o serviço prestado pelo departamento de polícia da rainha e por Lenín Moreno.

A Tribuna da Imprensa Sindical repudia qualquer ação que tente sufocar a liberdade de expressão e imprensa, exigimos desde já liberdade para Julian Assange.

No vídeo de 7 minutos que segue abaixo, gravado em 2013, Assange agradeceu a Associação Brasileira de Imprensa-ABI pela coragem em homenagear seis personalidades que lutam ou lutaram pela liberdade de expressão, imprensa, direito a informação e a cidadania. Comentou os crimes e arbitrariedades dos EUA, porque criou o WikiLeaks e o motivo por estar refugiado na embaixada do Equador em Londres. Leia também a matéria publicada no jornal e no site da ABI, setembro de 2013, título: "ABI entrega medalhas aos defensores da liberdade de informação".

sexta-feira, 5 de abril de 2019

CHAPA DE OPOSIÇÃO - BARBOSA LIMA SOBRINHO - É PROTOCOLADA NA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IMPRENSA

ILUSKA LOPES -



Com a missão de tirar a Associação Brasileira de Imprensa do desalinho político e melhor preservar o patrimônio, a estabilidade administrativa e a segurança financeira da Instituição foi protocolada hoje na sede da ABI a chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO. O jornalista, professor e escritor Ivan Cavalcanti Proença concorre à presidência da Casa para o triênio 2019-2022, para o cargo de vice-presidente o destaque é o advogado militante e dirigente do Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, Washington Luiz Pinto Machado.

Nomes de destaque como Helio Fernandes, Bernardo Cabral, Paulo Gomes Neto, Maria Igenes da Costa Duque Estrada, Siro Darlan, Ricardo Cravo Albin, Sergio Caldieri, Olga Amélia, João Batista Damasceno, Geraldo Pereira e Robson Algusto da Silva compõem a chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO que tem eleição marcada para o fim desse mês.

O grupo propõe resgatar o protagonismo de lutas da entidade, a Casa de BARBOSA LIMA SOBRINHO, o bravo lutador que sempre buscou “assegurar e ampliar as conquistas sociais do povo brasileiro, (...) e tendo por finalidade maior a defesa da ética, dos direitos humanos e da liberdade de informação e expressão.” (Art. 1º do Estatuto da ABI). Também defende que as prestações de contas da entidade voltem a ser transparentes. "Temos que dar um BASTA na ‘inquisição’ que se transformou a Casa das Liberdades e dos Direitos Humanos", ressalta Helio Fernandes, decano do jornalismo brasileiro que por quase 50 anos foi dono e diretor do jornal Tribuna da Imprensa.

Nesse ambiente de fragilidade democrática que atravessa o país, a campanha da chapa BARBOSA LIMA SOBRINHO será em defesa das Lutas Democráticas e dos princípios estatutários da entidade. O papel da “(...) Associação Brasileira de Imprensa, na qualidade de fórum da sociedade civil, é promover e articular movimentos em defesa do patrimônio e da soberania nacionais” (Artigo 2º do Estatuto).

"A histórica entidade demanda profunda reestruturação, e tem responsabilidades que vão além da defesa da categoria, a ABI tem responsabilidade com a Democracia real, os Direitos Humanos e a defesa incondicional do Povo brasileiro", enfatizou o diretor de O Fluminense, Ralph Lichote, que divide a coordenação da chapa com o editor da Tribuna da Imprensa Sindical e ex-presidente da Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da ABI, Daniel Mazola.

Segue o documento protocolado na comissão eleitoral:

terça-feira, 25 de setembro de 2018

E A ABI POR FALTA DE ÉTICA ABRIU AS PORTAS À “ENTOURAGE” CUNHA

CHAPA VILLA-LOBOS (ABI) - Por DANIEL MAZOLA -

Com esta série a coordenação da Chapa Villa-Lobos, Associação Brasileira de Imprensa (ABI), retoma sua marcha que objetiva restaurar entre os Confrades as boas lutas por liberdade de expressão e direitos humanos, interrompida arbitrariamente pela atual diretoria, antes do pleito 2016-2019.


Como associado, ex-conselheiro, ex-presidente de Comissão, sei bem que os auditórios da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) são alugados para a realização de eventos das mais diversas naturezas, desde acontecimentos políticos, sindicais dentre outros, mas sempre existiram limites éticos e morais, no entanto, para a atual diretoria da Casa dos Jornalistas não existe limites.

Ontem (24), os quinhentos lugares do Auditório Oscar Guanabarino da ABI no Centro do Rio de Janeiro, foi pequeno para receber, pasmem, amigos, parentes, lideranças políticas e cabos eleitorais da filha do Cunha (MDB), candidata à deputada federal nas eleições de 07 de outubro.


No início do mês, foi noticiado no blog da Marina Caruso (O Globo) que a filha de Eduardo Cunha escolheu montar seu comitê eleitoral no prédio da ABI. E a nota dizia que “não haveria nada de anormal caso o pai, hoje preso, não fosse um dos parlamentares que mais processaram jornalistas”. Fui impedido de acessar o 6º andar da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), porque a “filha do Cunha” transformou duas salas ou o andar inteiro em seu comitê político.

Voltando ao "Encontro da Vitória", como foi batizado o evento, realizado na tarde e noite de ontem, que contou também com a presença da mãe da candidata, a jornalista Claudia Cruz, foi lida uma carta onde o ex-deputado federal Eduardo Cunha, pede votos para a filha. "Peço com muita súplica o seu voto, como se fosse em mim. Ela, além de ter herdado a minha fé, é mais preparada do que eu e tem os mesmos compromissos de defender as nossas bandeiras e combater o aborto", diz o texto atribuído a Cunha, que também foi divulgado pelas redes sociais da candidata.

No documento, Cunha diz que passa um calvário "por ter sido o responsável pelo impeachment da Dilma e a retirada do PT do Governo" e relembra sua atuação parlamentar em defesa de causas conservadoras e de interesses ligados a grupos evangélicos. A campanha da filha do Cunha tem como slogan "Coragem para defender a vida, a família e o Rio" e ela herdou o número de registro da candidatura do pai, 1530.

O comportamento antiético do Sr. Domingos Meirelles não começou ontem com o "Encontro da Vitória" da filha de Cunha, e o aluguel e ou todo o 6º andar de salas para montar seu comitê de campanha na ABI. Desde que assumiu, essa diretoria e todos que apoiam o atual presidente, insistem em manter nossa entidade ultrapassada, no ostracismo e afastada das demandas da sociedade civil, nosso legado sempre foi a defesa da Soberania e do Estado Democrático de Direito. Para que não reste nenhuma dúvida sobre o quanto são antiéticos os membros da atual diretoria, especialmente o Sr. Meirelles, confira essa entrevista que gravei em abril de 2015 a convite do jornalista Moysés Chernichiarro para a TV Comunitária do Rio de Janeiro. E no próximo artigo da série, volto a falar de outros episódios que marcaram essa gestão que certamente retrocedeu aos tempos de Celso Kelly (1964-1966), o primeiro presidente da ABI a apoiar um golpe de Estado.


Para agravar o clima reacionário daquela tarde, totalmente em desacordo com a concepção de Gustavo de Lacerda, que idealizou a ABI neutra, na qual todos os trabalhadores da imprensa pudessem desfrutar de um poderoso centro de ação social (1908), os membros da atual diretoria votaram mudanças no regimento interno do Conselho Deliberativo, coincidentemente pensadas no dia em que obtivemos vitória na justiça, através da Chapa Villa-Lobos, mas tais mudanças foram mantidas incógnitas até o fechamento deste artigo, o quarto da série A ABI NÃO PODE SER USADA PARA CALAR QUEM LUTA PELA SOBERANIA NACIONAL que tem por objetivo ajudar a esclarecer o “modus operandi” que vem desviando a ABI de seus objetivos precípuos, num momento tão importante da História.


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* Daniel Mazola, é Jornalista, Editor e Diretor do site Tribuna da Imprensa Sindical. Foi Coordenador da Chapa Barbosa Lima Sobrinho (ABI) nas eleições de 2015 e 2016. É membro da Chapa Villa-Lobos, arbitrariamente impedida de concorrer à direção da ABI nas eleições de 2016/2019